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L’Isle-sur-la-Sorgue

Veneza da Provence
2 abr

L’Isle-sur-la-Sorgue

Pertencente a Região administrativa da Provence e Côte D’Azur, a Isle-sur-la-Sorgue, pertencente ao departamento de Vaucluse.

A revista “Terre de Provence” de agosto de 2014 abre uma reportagem com o seguinte subtítulo: “Caso as 11 pontes que atravessam o Sorgue não existissem, o coração desta cidade seria uma ilha e é como tal que seus habitantes a encaram.

Situada ao nível das águas do rio, foi inicialmente sobre pilotis que as primeiras casas se estabeleceram nesta vila de pescadores.”

Mais tarde, com a secagem progressiva dos pântanos e a construção de canais, pouco a pouco aquela que tornou-se a Veneza Comtadine foi se delineando.

Os antigos pescadores que habitavam em L’Isle tinham o direito exclusivo de pescar no rio. Esse privilégio permaneceu vigorando até uma reunião do Comtat Venaissin da França. Aconteceu que ao construírem moinhos (acionados pela corrente do Sorgue), surgiram fábricas que trabalhavam a lã, a seda e o papel, e esses pescadores foram empregados nestas atividades.

Não só determinados nomes de rua lembram esse período de pesca (rua da Enguia, rua da Lontra, rua dos Lagostins), bem como as barcas tradicionais de fundo chato e as “négo-chin” – uma canoa semelhante àquelas que a população ribeirinha brasileira, por exemplo, ainda usa.

Durante todo o ano ainda se vê esse tipo de embarcação descendo o Sorgue, cujo princípio de propulsão é o mesmo: em pé, o canoeiro impulsiona a canoa com o auxílio de uma longa vara e muita força no braço. Reconheçamos, nossos ancestrais já praticavam stand-up padle numa boa.

O mercado flutuante do primeiro domingo de agosto é a ocasião propícia para os saudosistas reviverem uma época onde a maior parte dos deslocamentos e transportes se faziam a bordo desses négo-chin.

 

CAPITAL DOS MERCADOS DE PULGA.

Hoje em dia L’Isle-sur-la-Sorgue oferece o charme de ruas sinuosas que emoldura um rico patrimônio, cuja Tour Boutin do século XI, conhecida também por Tour d’Argent, é a mais antiga testemunha desse cenário.

Quando se está no centro da aldeia, sentado em uma varanda à beira d’água, cercado por todos os lados pelo rio Sorgue, a impressão que se tem de estar em uma ilha é real.

Desde 1973 que Isle-sur-la-Sorgue aparece em primeiro lugar na França e em décimo segundo lugar em toda a Europa pelo comércio de antiguidades e de mercado de pulgas, impulsionados por 350 comerciantes especializados.

Visitamos a cidade em dia de feira. E de se notar a quantidade de barracas e ainda com o desprendimento de muitos comerciantes por adotarem uma maneira nada formal para expor suas preciosas antiguidades: no chão.

Turistas curiosos, congestionam as estreitas ruas que margeiam o rio, a ponto de o tráfego de pedestres não fluir.

Apesar de brasseries, cafés e restaurantes enfileirarem-se na avenida e ruas principais, sempre estão cheios em dia de feira.

Texto: Marilia Boos

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