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Carrières des Lumières

Provence - FR
11 abr

Carrières des Lumières

No coração dos Alpilles, o monumental Carrières de Lumières acolhe espetáculos multimídia único no mundo. A cada ano, é apresentado um ótimo e novo espetáculo dos maiores nomes da história da Arte.

Esses shows são projetados em enormes paredes de 14 metros de altura, nos pilares e no chão da pedreira. Eles transportam você para um mundo colorido. A interação entre Pintura, Música e multimídia.

Os Carrières de Lumières se beneficiam de novos equipamentos e processos de ultima geração: a maior instalação multimídia fixa na França, com 70 projetores de vídeo e 70 servidores, para projetar imagens em mais de 6000m² de superfície.

O espectador está totalmente imerso na imagem projetada em todas as superfícies das galerias.

BREVE HISTÓRICO

Ao longo dos anos, estas pedreiras foram escavadas para extrair o calcário branco utilizado para a construção do Château e da Cité des Baux. Em 1935, a competição econômica de materiais modernos levou ao seu fechamento. Em 1959, Jean Cocteau, maravilhado com a beleza dos lugares e seu ambiente, decidiu filmar sequências de seu filme o Testemunho de Orfeu. Carrière quer dizer pedreira e esta forma um cenário realmente impressionante. Da extração dos blocos de pedra ficaram grandes cavernas com paredes e teto retos, com pé direito bastante alto, permitindo a projeção das obras dos artistas embaladas por música especialmente selecionada.

Albert Plécy, editor chefe do Parisien Libéré e presidente da Gens d’Imagens, apaixona-se pelas Carrières des Grands-Fonds em 1975. Dois anos depois nasce a Cathédrale d’Images, onde imagens gigantes são projetadas nas paredes lisas da pedreira. Este festival de imagens tem sido renovado a cada ano com diferentes temas. Em 2009, com o seu programa Picasso, a Cathédrale d’Images recebe mais de 250.000 visitantes e torna-se uma das mais prestigiadas empresas culturais privados da Europa.

Na época da Cathédrale d’Images, o tema proposto para as exibições era renovado a cada ano, geralmente escolhido por suas qualidades visuais, e o conjunto de slides e música era orquestrado de acordo com um timing muito preciso.

Shows recentes incluem a exibição de obras de Paul Cézanne em 2006, Vincent Van Gogh em 2008 e Pablo Picasso em 2009, onde obras e detalhes de obras são projetados nas paredes, mas também a projeção de fotografias de lugares. Como Veneza em 2008. Em 2010, houve o show “Austrália”, de Jean Charbonneau.

“Gauguin, Van Gogh, os pintores da cor” convidou em 2012 para uma extraordinária viagem sonora e visual no mundo artístico de Paul Gauguim e Vincent Van Gogh, mostrando os elos que unem os dois artistas e analisando o seu modo de pintar para usar cores.

A exposição “Monet, Renoir… Chagall: Viagens no Mediterrâneo” em 2013 permitiu evoluir livremente nas pedreiras para acompanhar as variações de 16 grandes artistas sobre o tema do Mediterrâneo.

A exposição “Klimt e Viena” em 2014 foi uma viagem através de 100 anos de pintura vienense através de uma viagem através das obras coloridas e luminosas de Gustav Klimt, seus contemporâneos e aqueles que ele inspirou.

“Michelangelo, Leonardo da Vinci e Rafael, os Gigantes do Renascimento”, em 2015, deram a oportunidade excepcional de ver, de um novo ângulo, as maiores obras-primas do Renascimento italiano.

“Chagall, Sonhos de uma noite de verão” em 2016 nos permitiu redescobrir a significativa obra de Marc Chagall, abordar sua obra de uma nova maneira e perceber sua densidade e riqueza expressiva.

Em 2017, uma nova criação “Bosch, Brueghel, Arcimboldo” explorou o mundo abundante pintado por esses 3 artistas do século xvi para a imaginação desenfreada.

Em 2018, com “Picasso e os mestres espanhóis”, as obras-primas de Picasso, Goya ou Sorolla, dialogam na música para descobrir um século de pintura espanhola.

Estas exposições foram realizadas por Gianfranco Iannuzzi (diretor artístico e diretor), Renato Gatto (diretor) e Massimiliano Siccardi (diretor e videomaker) – com a colaboração musical de Luca Longobardi.

O efeito é emocionante e recomendo fortemente a visita ao local. É melhor levar um agasalho leve, mesmo no verão, lá dentro, pode fazer frio.

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