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Curitiba além dos parques

24 jun

Curitiba além dos parques

por Alex Brando

Conhecer Curitiba, e conhecer seus espaços culturais e históricos. Quando se fala dessa bela capital, sempre lembramos dos seus lindo parques e do delicioso passeio de trem, entre Curitiba e Morretes.

Mas Curitiba, respira cultura além dos parques, como grandes museus, teatros, além de ruas de lazer e flores. Venha conosco conhecer os outros encantos de Curitiba.

Teatro Paiol

O edifício de forma circular, foi erguido pelo Exército em 1906, como o paiol de pólvora, armas e arsenal na cidade, devido a sua proximidade com o Bairro Bacacheri, o deposito foi transferido e o edifício foi doado para a Municipalidade, que serviu de deposito para o Arquivo Municipal.

Na década de 70, o edifício e transformado em Teatro de Arena para 225 espectadores, recebendo desde então shows de grandes artistas nacionais. E considerado um dos marcos de transformação da cidade, que se iniciou na gestão do Arq. Jaime Lerner prefeito de Curitiba.

Teatro Paiol, antigo deposito de pólvora e arsenal do exercito, hoje teatro do município.

Museu Ferroviário de Curitiba

Fica no prédio da Antiga Estação Ferroviária de Curitiba, conta um pouco da história da construção das Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, imponente obra de engenharia que liga o Litoral à Capital. O Museu e anexo ao Shopping Estação e nele podemos encontrar ainda locomotivas a vapor e vagões de passageiros que percorriam a ferrovia.

Antiga Estação Ferroviária de Curitiba, hoje Museu Ferroviário.

Com mais de 600 peças, o acervo do museu é único por possuir itens curiosos, como um grande livro utilizado para a contabilidade da antiga estação. Além disso, há relógios, telefones e telégrafos que eram utilizados no local e objetos do interior dos trens, como bagageiros, fechaduras e luminárias da época. O espaço ainda possui uma locomotiva a vapor em exposição.

Locomotiva a Vapor do acervo do Museu Ferroviário de Curitiba.

 

Museu Oscar Niemeyer

Um dos maiores museus da América Latina, tem acervo particular e internacional de mais de 2200 obras. O prédio principal foi projetado em 1967, pelo arquiteto Oscar Niemeyer. O conjunto se completou em 2002, com o anexo cuja forma deu origem ao nome popular de “Museu do Olho”.

“A ideia é transformar um edifício que projetei muitos anos atrás num grande museu, metamorfose que, para surpresa minha, não apresentou maiores problemas. Será tão bem sucedida que o museu imaginado constituirá, sem dúvida, uma obra espetacular. A minha sugestão é que o novo museu ocupe todo o edifício existente, o que é possível com poucas modificações”. Oscar Niemeyer.

Museu Oscar Niemeyer, também conhecido como Museu Olho.

Ópera do Arame / Pedreira Paulo Leminski

Com estrutura tubular e teto transparente, a Ópera de Arame, de 1992, é um teatro em que a natureza faz parte do cenário, com lagos, vegetação típica e cascatas.

Ópera de Arame e Pedreira Paulo Leminski.

Acolhe todo gênero de espetáculo e compõe o Parque das Pedreiras, junto com a Pedreira Paulo Leminski (1989), espaço ao ar livre para grandes eventos. No piso inferior, a Ópera abriga um agradável café.

Torre Panorâmica

Inaugurada em 1991, é suporte da telefonia celular. Tem mirante a 109,5m de altura, para uma visão de 360 graus de Curitiba e dos contornos da Serra do Mar. No piso, um mapa em relevo indica pontos importantes da cidade.

Um painel de Poty Lazzarotto mostra o desenvolvimento da capital. Na entrada da Torre está o Museu do Telefone.

O por do sol da Torre Panorâmica.

Que tal, você gostou das informações que trouxemos sobre Curitiba e seu patrimônio cultural? Deixe seu comentário!

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Fundado em 1693, a partir de um pequeno povoado bandeirante, Curitiba tornou-se uma importante parada comercial com a abertura da estrada tropeira entre Sorocaba e Viamão, vindo, em 1853, a ser a capital da recém-emancipada Província do Paraná. Desde então, a cidade, conhecida pelas suas ruas largas, manteve um ritmo de crescimento urbano fortalecido pela chegada de uma grande quantidade de imigrantes europeus ao longo do século XIX, na maioria alemães, poloneses, ucranianos e italianos, que contribuíram para a diversidade cultural até hoje permanente.
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