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Museu Ferroviário de Juiz de Fora

Linha da Leopoldina
6 fev

Museu Ferroviário de Juiz de Fora

O atual Museu Ferroviário de Juiz de Fora, encontra-se na sede da antiga Estação Ferroviária de Juiz de Fora, na Linha da Leopoldina.

Para que não ocorra duvidas, Juiz de Fora possuía duas estações ferroviárias, a primeira e mais antiga, ligada a Estrada de Ferro Dom Pedro II, depois Central do Brasil – Linha Rio de Janeiro / Belo Horizonte. A segunda que é o atual Museu Ferroviário, pertencia a Estrada de Ferro Leopoldina, que ligava a Capital Federal – Rio de Janeiro a outras regiões do estado de Minas Gerais.

A estação de Juiz de Fora da Estrada de Ferro Leopoldina, é inaugurada em 1884, primeiramente pela Cia Ferroviária Juiz de Fora, e que posteriormente foi encampanada pelo Governo Federal, transferindo o serviço para a Cia Ferroviária Leopoldina.

As duas estações ferroviárias da Linha da Central e da Linha da Leopoldina, encontram-se uma a frente a outra.

O prédio primitivo era simples, com telhado de duas águas e térreo. Somente na década de 20, do Séc. XIX, o edifício foi substituído pelo prédio atual, de dois pisos e bem maior.

Com o abandono da Rede Ferroviária Federal, a partir da década de 70. Após a fusão das linhas da Central e da Linha da Leopoldina. O ramal que atendia a Estação Ferroviária de Juiz de Fora e desativado e a estação abandonada. Ficando fechada ate o ano 2000, quando o edifício e revitalizado e transformado em Museu Ferroviário.

“Fechado há seis anos, o Museu Ferroviário de Juiz de Fora, instalada no prédio da antiga Estação Ferroviária Leopoldina, será aberto, após um trabalho de revitalização do espaço. A reforma foi viabilizada através de um convênio entre a Prefeitura e a antiga RFFSA, proprietária do imóvel e do acervo, com a apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, foram investidos cerca de R$ 140 mil na recuperação do acervo e em adaptações e modernização das instalações. A revitalização contou ainda com a parceria da Sociedade Trilhos de Minas, ONG Juiz Forana de Preservação da Memória Ferroviária”.

Criando em 1985, o Museu conta a história da ferrovia através de seu acervo: mobiliário, equipamentos, miniaturas, maquetes, instrumentos de comunicação, locomotivas, fotografias e livros – distribuídos em cinco salas temáticas e organizado de forma didática no andar térreo do prédio. Além dessas salas, há o hall de entrada, onde podem ser vistos os bustos de bronze de dois incentivadores do transporte ferroviário, Paulo de Frontin e Cristiano Otoni, e um painel com informações sobre o prédio histórico da estação, tombado como bem do patrimônio municipal. Integram ainda o museu um pátio interno com duas locomotivas e um vagão – espaço que ganhou um projeto de jardinagem -e os antigos armazéns da estação, que agora abrigam o teatro de 78 lugares.

O acervo do Museu Ferroviário e tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA). O acervo conta a história da ferrovia: sala com painéis ilustrados sobre a história da ferrovia, da Revolução Industrial aos primeiros trilhos no Brasil, com o Barão de Mauá, passando pela chegada dos trilhos em Juiz de Fora, entre 1876 e 1877, e a criação da RFFSA; Agencias da estação: sala que reconstitui o ambiente de uma agencia de estação nas primeiras décadas do Séc. XX; Sinalização e Via Permanente: sala com equipamentos de comunicação e sinalização sonora e visual (bandeiras, sinos, lanternas, telégrafos, telefones de parede, de mesa e portátil, peças de linha férrea e ferramentas diversas); Escritórios Ferroviários: sala ambientada para retratar aos escritórios os escritórios de ferrovias, com mobiliário de época, rara coleção de relógios de estação, livros e fotografias; Material rodante e aspectos tecnológicos: sala com placas originais de locomotivas e carros de passageiros, ambientação de vagão de passageiro com peças originais de locomotivas e carros de passagem, ambientação de vagão de passageiro com peças originais e vitrines com instrumentos de precisão, equipamentos de trabalho, louças e talheres dos restaurantes dos carros de passageiros.

Fonte: http://www.estacoesferroviarias.com.br/efl_ramais_1/juizfora-efl.htm

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